Investigação estatística sobre reativações de endereços dormentes e padrões consistentes com quebra criptográfica
Hipótese sob investigação
Se a criptografia do Bitcoin (ECDSA/secp256k1) foi comprometida, endereços P2PK (chave pública exposta) na faixa de 10-500 BTC mostrariam taxa de reativação desproporcionalmente maior que endereços P2PKH, com padrão de varredura descendente ao longo do tempo (maiores sendo drenados primeiro).
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Endereços analisados
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Reativados
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Ainda dormentes
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P2PK (vulneráveis)
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Taxa de reativação
Teste 1
P2PK vs P2PKH por faixa de saldo
Aguardando
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Teste 2
Concentração no sweet spot (10-200 BTC)
Aguardando
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Teste 3
Varredura descendente temporal
Aguardando
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Monitoramento em Tempo Real
Acompanha transações de endereços P2PK dormentes via WebSocket Mempool.space
Desconectado0 endereços monitorados
0
TXs observadas
0
Alertas P2PK
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Tempo ativo
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Último bloco
Inicie o monitor para observar movimentações em endereços P2PK dormentes
Dataset Expandido: P2PK dos Primeiros Blocos
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Taxa de reativação: P2PK vs P2PKH
Por faixa de saldo — se P2PK >> P2PKH no sweet spot, é suspeito
Distribuição de reativações por faixa
Concentração anormal no sweet spot indica otimização de ROI
Timeline de reativações por saldo
Se maiores vêm primeiro (varredura descendente), indica custo de ataque decrescente
Coin Days Destroyed (CDD)
Picos indicam moedas antigas se movendo — valores acima de 10M são significativos. Dados de referência baseados em relatórios Glassnode (API blockchain.info indisponível).
Endereços analisados
Endereço
Tipo
Saldo original
Faixa
Status
Última atividade
Dormência
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Metodologia
Este estudo analisa endereços Bitcoin dormentes há 7+ e 10+ anos para identificar padrões estatísticos consistentes com quebra criptográfica (vs. comportamento normal de mercado).
Teste 1: Compara taxa de reativação entre endereços P2PK (chave pública exposta, vulnerável a quantum) e P2PKH (protegido por hash). Se P2PK reativa mais na mesma faixa de saldo → suspeito.
Teste 2: Verifica se reativações se concentram no "sweet spot" (10-200 BTC) — faixa lucrativa o suficiente para justificar custo de ataque, mas discreta o bastante para não gerar manchetes.
Teste 3: Verifica se endereços maiores reativaram antes dos menores ao longo do tempo — padrão esperado se o custo de ataque é significativo e o atacante otimiza ROI.
Fontes: BitInfoCharts (endereços dormentes), Mempool.space (detalhes de endereço), Blockstream Esplora (tipo de script), Blockchain.info (CDD).
Limitações: Amostra limitada aos top 100 endereços por categoria no BitInfoCharts. Análise completa exigiria scan do UTXO set completo (~90M UTXOs) via full node.